RS: As forças do mal ficaram ouriçadas com o êxito da venda das ações do Banrisul
28/09/2010 às 17:02 | Publicado em Política | Deixe um comentárioUm inédito lançamento de ações do Banrisul, na época (2008) o maior de toda a América Latina, garantiu ao governo Yeda Crusius um inesperado aporte de R$ 1,3 bilhão em dinheiro vivo, mas também garantiu ao próprio banco uma capitalização enorme, de R$ 800 milhões.
. O dinheiro que obteve com a venda de ações do Banrisul, permitiu a Yeda realizar investimentos fantásticos na infraestrutura rodoviária do Estado, que somente este ano, por conta do dinheiro do IPO, representará R$ 700 milhões, mais dinheiro do que qualquer governo anterior conseguiu investir e pagar num só ano. Este dinheiro voltará para um dos dois Fundos de Previdência que o governo criou. Esta questão – a previdência – é o maior câncer do setor público estadual e terá que liderar a agenda de soluções do governo que se instalará em 2011.
. Você lerá a seguir a história completa deste extraordinário lançamento de ações do Banrisul, inclusive saborosas histórias sobre a busca de investidores internacionais em todas as partes do mundo.
. Trata-se de um dos capítulos do livro O Eixo do Mal, que será editado até o final do ano. O livro contará a história da organização de forças do mal que se alçaram contra o governo Yeda Crusius, logo nos primeiros meses de 2007, quando perceberam que programas como este IPO do Banrisul, o Déficit Zero e o Empréstimo do Banco Mundial, acabariam por sepultar – como sepultaram – a agenda negativa dos últimos 40 anos, durante os quais engordaram atores empresariais, políticos e sociais que se alimentaram no caldo de cultura do atraso gaúcho.
. A nova agenda gaúcha não admite mais o coitadismo irrendetor e tampouco o sentimento esquizofrênico de que nada dá certo no RS.
- Os leitores que quiserem fazer reserva do livro O Eixo do Mal, 480 páginas, R$ 50,00, podem fazer isto através do e-mail polibio.braga A reserva não exige pagamento antecipado.
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http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/as-forcas-do-mal-ficaram-ouricadas-com.html
Editorial: O mal a evitar
27/09/2010 às 08:21 | Publicado em Política | 1 ComentárioO ESTADO DE S. PAULO
Editorial: O mal a evitar
25 de setembro de 2010 | 17h 02
A acusação do presidente da República de que a Imprensa "se comporta como um partido político" é obviamente extensiva a este jornal. Lula, que tem o mau hábito de perder a compostura quando é contrariado, tem também todo o direito de não estar gostando da cobertura que o Estado, como quase todos os órgãos de imprensa, tem dado à escandalosa deterioração moral do governo que preside. E muito menos lhe serão agradáveis as opiniões sobre esse assunto diariamente manifestadas nesta página editorial. Mas ele está enganado. Há uma enorme diferença entre "se comportar como um partido político" e tomar partido numa disputa eleitoral em que estão em jogo valores essenciais ao aprimoramento se não à própria sobrevivência da democracia neste país.
Com todo o peso da responsabilidade à qual nunca se subtraiu em 135 anos de lutas, oEstado apoia a candidatura de José Serra à Presidência da República, e não apenas pelos méritos do candidato, por seu currículo exemplar de homem público e pelo que ele pode representar para a recondução do País ao desenvolvimento econômico e social pautado por valores éticos. O apoio deve-se também à convicção de que o candidato Serra é o que tem melhor possibilidade de evitar um grande mal para o País.
Efetivamente, não bastasse o embuste do "nunca antes", agora o dono do PT passou a investir pesado na empulhação de que a Imprensa denuncia a corrupção que degrada seu governo por motivos partidários. O presidente Lula tem, como se vê, outro mau hábito: julgar os outros por si. Quem age em função de interesse partidário é quem se transformou de presidente de todos os brasileiros em chefe de uma facção que tanto mais sectária se torna quanto mais se apaixona pelo poder. É quem é o responsável pela invenção de uma candidata para representá-lo no pleito presidencial e, se eleita, segurar o lugar do chefão e garantir o bem-estar da companheirada. É sobre essa perspectiva tão grave e ameaçadora que os eleitores precisam refletir. O que estará em jogo, no dia 3 de outubro, não é apenas a continuidade de um projeto de crescimento econômico com a distribuição de dividendos sociais. Isso todos os candidatos prometem e têm condições de fazer. O que o eleitor decidirá de mais importante é se deixará a máquina do Estado nas mãos de quem trata o governo e o seu partido como se fossem uma coisa só, submetendo o interesse coletivo aos interesses de sua facção.
Não precisava ser assim. Luiz Inácio Lula da Silva está chegando ao final de seus dois mandatos com níveis de popularidade sem precedentes, alavancados por realizações das quais ele e todos os brasileiros podem se orgulhar, tanto no prosseguimento e aceleração da ingente tarefa – iniciada nos governos de Itamar Franco e Fernando Henrique – de promover o desenvolvimento econômico quanto na ampliação dos programas que têm permitido a incorporação de milhões de brasileiros a condições materiais de vida minimamente compatíveis com as exigências da dignidade humana. Sob esses aspectos o Brasil evoluiu e é hoje, sem sombra de dúvida, um país melhor. Mas essa é uma obra incompleta. Pior, uma construção que se desenvolveu paralelamente a tentativas quase sempre bem-sucedidas de desconstrução de um edifício institucional democrático historicamente frágil no Brasil, mas indispensável para a consolidação, em qualquer parte, de qualquer processo de desenvolvimento de que o homem seja sujeito e não mero objeto.
Se a política é a arte de aliar meios a fins, Lula e seu entorno primam pela escolha dos piores meios para atingir seu fim precípuo: manter-se no poder. Para isso vale tudo: alianças espúrias, corrupção dos agentes políticos, tráfico de influência, mistificação e, inclusive, o solapamento das instituições sobre as quais repousa a democracia – a começar pelo Congresso. E o que dizer da postura nada edificante de um chefe de Estado que despreza a liturgia que sua investidura exige e se entrega descontroladamente ao desmando e à autoglorificação? Este é o "cara". Esta é a mentalidade que hipnotiza os brasileiros. Este é o grande mau exemplo que permite a qualquer um se perguntar: "Se ele pode ignorar as instituições e atropelar as leis, por que não eu?" Este é o mal a evitar.
‘Nós somos a opinião pública’, afirma Lula
20/09/2010 às 09:16 | Publicado em Política | Deixe um comentárioPresidente critica imprensa e diz que não precisa de formadores de opinião
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a fazer críticas contundentes à imprensa e à oposição durante comício realizado na tarde deste sábado, em Campinas (SP).
"Tem dias em que alguns setores da imprensa são uma vergonha. Os donos de jornais deviam ter vergonha. Nós vamos derrotar alguns jornais e revistas que se comportam como partidos políticos. Nós não precisamos de formadores de opinião. Nós somos a opinião pública", afirmou.
Também falou que os jornalistas precisam ter um "lado" porque também votam. Lula também atacou abertamente o PSDB: "Não tem nada que faça um tucano sofrer mais que ter um bico tão grande para falar e tão pequeno para fazer".
Caminhando de um lado para o outro no palco, o presidente chegou a ironizar que Dilma Rousseff, Aloizio Mercadante e José Eduardo Dutra haviam pedido para ele "se conter". "Tem algumas coisas que precisam ser ditas. Vocês sabem que tucano come até filhote no ninho. Quando o Mercadante se eleger governador, vou criar um Bolsa Família para os tucanos não passarem fome.
Pouco antes, Dilma falou que "em 2002, eles diziam que não tínhamos competência para governar. Hoje, podemos falar que um metalúrgico foi capaz de fazer mais escola técnica do que os doutores que vieram antes".
A petista não comentou a saída de sua sucessora na Casa Civil, Erenice Guerra, ou as asdenúncias puclicadas nos últimos dias. Preferiu mobilizar a plateia até o dia 3 de outubro e se ateve às conquistas do governo Lula: "Daqui a 15 dias, vamos estar decidindo qual é o rumo deste País. Se queremos aquele País das desigualdades ou se queremos um País construído pelo presidente Lula.
A ex-ministra da Casa Civil disse que vai "honrar o legado desse governo sem miséria, onde podemos viver em paz". "Mais que honrar, vou seguir um conselho do Lula: ‘O difícil não é governar, é governar com o coração. Você tem de saber de que lado está. Nós estamos do lado de 190 milhões de brasileiros".
‘Não adianta produzir manchetes contra nós’
O presidente do PT, José Eduardo Dutra, também atacou a oposição. Dirigindo-se a Lula, afirmou que "eles são falsos defensores da liberdade que acusam o senhor de governar em cima de palanques, mas eles sentem falta dos que governavam em cima de tanques".
Para Dutra, estão criando "uma farsa" contra o partido e a campanha da ex-ministra Dilma Rousseff. "Estão tentando construir uma farsa para impedir o que o povo brasileiro já decidiu. Não adianta farsa, nem armação. Não adianta produzir manchetes contra nós", disse Dutra. Nesses últimos dias de campanha, nós vamos avermelhar Campinas, São Paulo e todo o Brasil", finalizou.
Candidato ao Senado pelo PC do B, Netinho de Paula dissse que ainda não viu na "TV da turma do contra um comício como esse". "Cada vez que sai matéria descabida, é mais que vou pro gueto, que lá eles entendem a gente". Na sua vez, Marta Suplicy declarou que "vem bordoada de todo lado, mas nós temos um partido unido".
Mercadante preferiu falar de suas propostas para o governo de São Paulo e da falta de investimentos na região durante a gestão do PSDB: "Durante muito tempo essa cidade ficou abandonada. Para nós, o PAC significa "Presidente Amigo de Campinas". Voltou a defender o trem-bala que ligaria Campinas a São Paulo e criticou a educação no período tucano: Como é que um aluno na 5ª série não sabe ler? Eles fazem de conta que não veem o que tá acontecendo".
Candidato a vice-presidente, Michel Temer (PMDB) foi procurado no palco duas vezes. A primeira, por Netinho: "Cadê meu mano Michel?". Depois, por Lula: "Onde tá o Temer?". Ao discursar, o deputado garantiu que "quando eliminamos o showmício, reclamaram que não haveria mais comício no Brasil. Mas hoje os comícios se repetem porque o governo Lula é um show".
Comício
O Largo do Rosário, na região central de Campinas foi tomado por cerca de 30 mil pessoas, segundo a organização do evento – que começou às 13h, com duas horas de atraso. Assim como aconteceu em Recife, há duas semanas, houve muita confusão para os militantes entrarem no cercado estabelecido pela segurança presidencial. Apesar do esquema para proteger Lula, muitos prédios comerciais no entorno estavam abarrotados de curiosos nas janelas. Um limpador de janelas parou o que estava fazendo na marquise de um prédio ao lado do palco quando Lula começou a discursar.
http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,nos-somos-a-opiniao-publica–afirma-lula,611876,0.htm
Procuradora cobra relação de publicidade da Carta com o governo
18/09/2010 às 21:27 | Publicado em Política | Deixe um comentárioO diretor de redação e proprietário majoritário da revista Carta Capital recebeu, na quinta-feira (16), ofício encaminhado pela vice-procuradora-geral eleitoral Sandra Cureau. A vice-procuradora, no ofício datado do dia 9 de setembro, cobra de Carta Capital "relação das publicidades do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título".
Em seu ofício, Sandra Cureau dá à revista o prazo de cinco dias para que as informações sejam enviadas "sob pena de responsabilização nos termos do artigo 8º, parágrafo 3º, da Lei complementar nº75/93, cumulada com o artigo 330 do Código Penal".
Segue abaixo a íntegra do ofício:
Senhor diretor.
Cumprimentando-o, requisito a relação das publicidades do governo federal dos anos 2009/2010, os respectivos contratos, bem como os valores recebidos a esse título. Determino o prazo de cinco dias, para que as informações sejam prestadas sob pena de responsabilização nos termos do artigo 8º, parágrafo 3º, da Lei complementar nº 75/93, cumulada com o artigo 330 do Código Penal.
Atenciosamente, Sandra Cureau, vice-procuradora-geral eleitoral.
Mantida a atual taxa, o PIB no governo Yeda registrará a recorde média anual de 6,6% (melhor do que a de Lula)
18/09/2010 às 10:21 | Publicado em Política | 1 ComentárioMantida a atual taxa, o PIB no governo Yeda registrará a recorde média anual de 6,6% (melhor do que a de Lula)
. O mais importante é que esta inesperada taxa de 10,3%, revelada nesta sexta-feira pela FEE, caso se mantenha para o ano, dará ao governo Yeda Crusius a melhor taxa média de crescimento do PIB dos últimos três governos (PT, 1998/2002; PMDB, 2003/2006; PSDB, 2007/2010).
. O atual governo tucano terá registrado crescimento médio anual durante seus quatro anos.
Confira os números levantados pelo editor nesta sexta-feira (dados da FEE):
- Governo Yeda, 2007/2010: 6,53%; 3,92%; -0,72%; 10,3%
- Governo Rigotto 2003/2006 (PMDB): 2,68%; 3,34%; -2,84%; 4,67%
- Governo Olívio 1999/2002 (PT): 1,40%; 4,30%; 2,02%; 1,71%.
. Caso as taxas do semestre mantenham-se iguais para este ano todo, o resultado mostrará que o PIB cresceu à média anual de 6,6% durante o governo do PSDB, 2,27% durante o governo do PMDB e 2,35% durante o governo do PT.
À deriva – Dora Kramer – O Estado de S.Paulo
17/09/2010 às 10:35 | Publicado em Política | Deixe um comentário17 de setembro de 2010 | 0h 00
Dora Kramer – O Estado de S.Paulo
É o que dá o Congresso despir-se de suas prerrogativas, a oposição não funcionar, a sociedade se alienar, a universidade se calar, a cultura se acovardar, o Ministério Público se intimidar e a Justiça demorar a decidir: perde-se a referência do que seja certo ou errado.
Chega-se ao ponto de uma testemunha dizer com todos os efes e erres que uma quadrilha de traficantes de influência funciona a partir da Casa Civil da Presidência da República e que a segunda pessoa na hierarquia, substituta da ministra hoje candidata a presidente do Brasil, intermediava contatos mediante o pagamento de R$ 40 mil mensais.
Foi essa quantia que o consultor Rubnei Quícoli disse ao jornal Folha de S. Paulo que o filho e o afilhado da ministra cobraram dele para "apressar" a liberação de recursos do BNDES.
Antes disso, a revista Veja já apresentara outro caso – menos contundente até – de venda de influência na Casa Civil, com a mesma família da mesma Erenice Guerra, até ontem ministra e, na época da transação denunciada agora, secretária executiva e braço direito de Dilma Rousseff.
Se Dilma não sabia quem era Erenice, trabalhando com ela desde o Ministério de Minas e Energia, e se Erenice não sabia o que faziam seus parentes é ainda pior. Duas ineptas a quem se pode enganar facilmente, sendo que uma delas se dispõe a dirigir a República, a fazer escolhas estratégicas e a se responsabilizar por milhares de contratações.
Quando se trata de escândalos é arriscado falar em superlativos. Sempre pode haver um maior e um mais grave no dia seguinte. Mas o governo habitualmente dá um jeito de encerrar o assunto, jogar a sujeira para debaixo do tapete de maneira a tornar tudo banal e absolutamente sem importância diante dos benefícios que recebem os mais pobres, o crédito dos remediados e as benesses dos mais ricos.
Será udenismo, farisaísmo, tucanismo, direitismo ou golpismo considerar grave a Casa Civil – o gabinete mais importante da República depois do presidencial – ser o centro de três escândalos, um pior que o outro, no período de seis anos?
No primeiro, em 2004, descobriu-se que o braço direito do ministro era dado à prática da extorsão; foi filmado pedindo propina a um bicheiro. Waldomiro Diniz foi demitido "a pedido" e nada mais aconteceu.
No segundo, em 2007, descobriu-se que fora produzido na Casa Civil um dossiê com os gastos de Fernando Henrique e Ruth Cardoso para chantagear a oposição na investigação sobre gastos da atual Presidência. Um funcionário de baixo escalão foi devolvido ao "órgão de origem".
Na época, a desfaçatez chegou ao ponto de a então ministra Dilma Rousseff dizer que telefonara para se desculpar com a ex-primeira-dama e que fora uma boa conversa. Ruth, falecida pouco depois, não desmentiu Dilma em público, mas nem houve pedido de desculpas nem a conversa foi cordial.
No terceiro, em 2010, é o que se vê e ouve. Erenice Guerra, era mais do que evidente, precisava sair para preservar a candidatura de Dilma e acalmar a grita. Não fosse a proximidade da eleição, a amiga Erenice continuaria sendo defendida como foi até horas antes de aparecer uma testemunha da tentativa de extorsão e enterrar os argumentos sobre golpes, factoides e armações.
Mesmo que seja verdadeira a inverossímil versão de que ela redigiu uma nota de resposta sem consultar nenhum capa preta do palácio, Erenice apenas seguiu o exemplo que vem de cima e carregou nas tintas eleitorais como tem mandado o figurino.
O governo fez uma conta de custo benefício e, pelo jeito, achou que sairia mais barato afastá-la. De fato, por pior que seja a repercussão e por mais que a demissão evidencie o fundamento das denúncias, a manutenção da acusada no cargo seria injustificável. Haveria três problemas: rebater as acusações, defender a ministra e explicar o que ela ainda estava fazendo na chefia da Casa Civil.
A respeito do impacto eleitoral, assim como no caso das quebras de sigilo na Receita Federal, este é o aspecto menos relevante, embora seja de espantar a indiferença geral. É que a eleição passa, o Brasil continua e toda conta um dia é cobrada.
Incra pagou 36% a mais por fazenda de amigão de Lula.
16/09/2010 às 18:07 | Publicado em Política | Deixe um comentárioO Incra está de novo no olho do furacão e pelas mesmas razões: acusações de pagar mais do que deve sobre terras que compra.
. E sempre favorecendo companheiros do PT.
. Desta vez, o caso é com a Fazenda São Gabriel, Corumbá, MS. O Ministério Público denunciou o Incra por ter pago R$ 20 milhões por terras que só valem R$ 13 milhões e quer de volta os R$ 7 milhões da diferença. A avaliação correta é de lavra da Embrater.
. O dono das terras é um amigão in pectore de Lula, o pecuarista José Carlos Bumlai. Bumlai quase virou Ministro da Agricultura de Lula.
. Sexta-feira a Justiça federal suspendeu o pagamento.
http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/incra-pagou-36-mais-por-fazenda-de.html
Conheça a parentada de Erenice. Todo mundo mamando nas tetas do governo do PT.
16/09/2010 às 16:09 | Publicado em Política | Deixe um comentárioEis aí a moderna família petista, toda ela dependurada nas generosas tetas do governo Lula. Não são apenas empregos, mas claro movimento de tráfico de influência e até fraude, como o uso de laranja para formar empresa. Lula não tem mais o que esperar para mandar embora essa senhora. Conheça a parentada da ministra da Casa Civil, indicada por Dilma para o cargo, segundo nota de hoje de Ricardo Noblat.
ISAEL, O FILHO – Aos 19 anos, seu filho Israel entrou no mundo dos negócios como sócio de uma empresa montada pela mãe e registrada em nome de uma professora casada com um auxiliar de bombeiro hidráulico. Seu nome: Asa Imperial.O propósito: "atividades de investigação particular", "segurança e vigilância privada". (O PT conquistara o governo de Brasília havia dois anos, em 1995, e Erenice chefiava o gabinete do secretário de Segurança da cidade.)Em 2006, Israel tornou-se gerente técnico da maternal Agência Nacional de Aviação Civil. Dois anos depois pousou no gabinete do senador Leomar Quintanilha (PMDB-TO).
SAULO, OUTRO FILHO – Saulo, irmão de Israel, é dono da Capital Assessoria e Consultoria Empresarial, contratada por uma linha aérea para azeitar a venda de serviços aos Correios. Tem como sócia Sonia Castro, mãe de Vinicius Castro (ex-Anac), sobrinho do ex-diretor de operações dos Correios. Até segunda-feira ele foi assessor da secretaria-executiva da Casa Civil.
ANTONIO, O IRMÃO – Antonio Eudacy Alves Carvalho, irmão de Erenice, esteve na Controladoria Geral da União e na Infraero, mãe de tantos bons companheiros.
MARIA, A IRMÃ – Maria Euriza de Carvalho, outra irmã da doutora, trabalhou no Ministério do Planejamento e é consultora da Empresa de Pesquisa Energética, de onde contratou, sem licitação, o serviço da banca de advocacia onde trabalhava Eudacy.
JOSÉ, OUTRO IRMÃO – José Euricélio, outro irmão de Erenice, foi funcionário do Ministério das Cidades.
Ao longo de 15 anos, a partir da instalação de um governo petista no Distrito Federal, quatro filhos e dois netos do pedreiro do Alvorada passaram por pelo menos 14 cargos nas áreas de transportes, saúde, planejamento, segurança, energia e burocracia legislativa.
http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/conheca-parentada-de-erenice-todo-mundo.html
A tarde solitária de Pedro Ruas, o Lobo da Estepe do PSOL
16/09/2010 às 15:46 | Publicado em Política | Deixe um comentárioHoje, por volta de 13h00, caminhava solitário na Rua Riachuelo, indo em direção à Borges de Medeiros, o candidato ao governo pelo PSOL, Pedro Ruas. Com seu terno preto risca-de-giz, envelope pardo à mão esquerda, Ruas andava de cabeça baixa, com expressão dura no rosto, como de costume. Percorria a rua pelo asfalto, procurando até evitar contato com os demais. Ninguém o reconhecia. Ninguém o parou na rua. Seguiu sua caminhada solitária pela rua do Centro de Porto Alegre, em completa solidão. É a mostra do quando Pedro Ruas segue inexpressivo. Mesmo com toda a mídia que conquistou com as denúncias infundadas contra Yeda Crusius, mesmo com seus 46 segundos de TV, Ruas segue solitário, não passando nem de 1% nas intenções de voto. Sua caminhada pelo Centro era o retrato de uma figura que conseguiu seus poucos minutos de fama e nada somou com isto.Talvez seja por que ele tenha mais como que se preocupar, como um processo que corre no Tribunal de Justiça, movido pela Prefeitura de Xangri-lá contra Pedro Ruas, cobrando valores de IPTU não pagos em 2002, 2004 e 2005. A Justiça decidiu em agosto por manter a ação.Esta é apenas a ação mais benigna a que responde o candidato do PSOL, que também senta no banco dos réus em processo por crime de injúria, calúnia e difamação (caso Carlos Crusius).
Antonio Calixto
Enviado especial à campanha eleitoral do RS
http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/artigo-tarde-solitaria-de-pedro-ruas-o.html
Até procuração da filha de Serra foi falsificada para justificar espionagem na Receita Federal
01/09/2010 às 18:05 | Publicado em Política | Deixe um comentário* Jornalista Ricardo Noblat publica procuração de Verônica, a filha de Serra, permitindo acesso a sua declaração de renda na Receita Federal, mas em seguida é obrigado a reconhecer que a assinatura é falsa. A procuração foi passada a Noblat pela Receita Federal, que não se deu ao trabalho de verificar que a assinatura era falsa e até os carimbos do cartório eram falsos. Noblat também não conferiu nada.
* O bandido político falsificou a assinatura de Verônia Serra e até mesmo os carimbos do cartório (o cartório nem tem a ficha de Verônica).
* Governo Lula, do PT, esnucado e embretado, diz que crime pode ter implicações eleitorais, mas que resultados dos inquéritos só sairão no "próximo século". * Declarações de renda de Verônica e de um primo de Serra, além das declarações de tres dirigentes tucanos, foram usadas para dossiê montado no comitê de Dilma em Brasília (o dossiê deste caso foi entregue por petistas para a Folha de S. Paulo, que tem os nomes).
* Serra reage duro no Jornal da Globo: ""Eles (Dilma e o PT) mentem e dizem qualquer coisa !".
* O caso não tem precedentes na história política brasileira e já produz reflexos na campanha eleitoral.
Nesta quarta-feira, o ministro da Justiça do governo Lula, Luiz Paulo Barreto, avisou que Receita e Polícia revelarão em seus inquéritos se houve ou não crime eleitoral no caso da violação do sigilo fiscal de dirigentes tucanos e da própria filha do candidato José Serra. Nesta quarta, o blog de Ricardo Noblat publicou uma procuração assinada por Verônica Serra, passada em favor de carlos Atella Ferreira no 16º Tabelião de Notas de São Paulo, rua Augusta, que levada na Receita em Santo André, “legalizou” a espionagem. A procuração é falsa e a assinatura também é falsa. O próprio Noblat teve que reconhecer isto. Ela apareceu depois que a Receita inventou a história de que o acesso à declaração de Verônica fora autorizada – e não foi. São cada vez mais materiais as provas de que uma quadrilha política foi montada e executou ordens criminosas. O caso começou com a ordem do ex-prefeito Fernando Pimentel e do jornalista Luiz Lanzetta, para a produção de dossiê capaz de caluniar Serra. Um dossiê inicial foi entregue à Folha por fontes que o jornal identificou como ligados ao PT. A repercussão do escândalo já desembarcou na campanha de Dilma Roussef e terá conseqüências eleitorais e criminais.
Clipping
CLIQUE AQUIpara ver a entrevista completa de Serra na Globo.
http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/ate-procuracao-da-filha-de-serra-foi.html
Suposta assinatura da filha de Serra é falsa
01/09/2010 às 15:32 | Publicado em Política | 1 Comentário
A suposta assinatura da filha do presidenciável tucano José Serra, Veronica Allende Serra, não aparece entre os cartões de assinatura do Cartório do 16º Tabelião de Notas de São Paulo.
O documento é uma solicitação à Receita de cópias de declarações de imposto de renda da própria Veronica Serra dos exercícios de 2007 a 2009. A suposta assinatura filha de Serra aparece com firma reconhecida pelo Cartório do 16º Tabelião de Notas de São Paulo.
De acordo com o escrevente Fabio Zaffalon Pereira, “a pessoa Veronica Allende Serra não possui cartão de assinatura no 16º Tabelião”. Após analisar a cópia apresentada pelo G1, ele identificou elementos que, segundo avaliou, podem indicar fraude.
Pereira disse que, na parte onde normalmente vai a frase “reconheço por semelhança a assinatura” falta o código de cadastro da pessoa cuja firma seria reconhecida. Além disso, segundo ele, falta a linha onde o cartório sempre escreve: “EM TESTE_________DA VERDADE”. Ele também afirmou que o documento apresenta um código de segurança que não confere com nenhum código cadastrado no 16º Tabelião.
A retirada das declarações, segundo o documento, foi feita em 30 de setembro de 2009 por um "representante legal", Antonio Carlos Atella Ferreira, que também assina o documento.
Nesta terça, a Receita Federal havia informado oficialmente que foi a pedido da própria contribuinte que ocorreu o acesso ao sigilo fiscal de Veronica Serra. A campanha de José Serra negou que ela tivesse feito o pedido. O senador Alvaro Dias (PSDB-PR) afirmou nesta quarta, no Senado, que o documento da Receita foi falsificado.
Foi com base nesse documento que a servidora Lucia de Fátima Gonçalves Milan se defendeu, na investigação interna da Receita, da suspeita de que ela era uma das funcionárias responsáveis pela violação do sigilo fiscal de membros do PSDB. Para a Receita, o acesso ocorreu, mas de forma autorizada. * As informações acima são do site G1.
CLIQUE na imagem acima para ver a cópia da procuração que Verônica nega ter assinado.
http://polibiobraga.blogspot.com/2010/09/suposta-assinatura-da-filha-de-serra-e.html
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